non tradotto

La tradizione accademica portoghese (specie quella del nord del paese) non ha nulla a che vedere con quella italiana. I Goliardi? Ma chi sono??? Dilettanti al loro cospetto. Qui SI SENTE il senso di appartenenza alla facoltà. E perché, in Italia no??? No, non come qui. M’immagino già le critiche. Vorreste dunque degli esempi??? Eccone uno bell’e fatto. Si tratta di un “trattamento” riservato ai professori più importanti. (Diciamo i top-prof). Si da il caso che, come tutti, arriva il giorno in cui il top-prof dà la sua Ultima Lezione. Detta UL viene celebrata in pompa magna. Compare la cartellonistica per tutta la facoltà, con la foto del celebrando e il titolo della sua UL (come se si trattasse di un workshop della durata di …una lezione!!!). In genere il celebrando, o top-celebrando, fa un rapido excursus di tutta la sua vita, di quello che per lui è l’architettura e di bla bla bla.

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O dia da última aula

A história de… Alexandre Alves Costa

2010-01-21

CARLA SOARES

Arquitecto portuense enfrenta “liturgia académica” e passa a professor jubilado ao fim de quatro décadas de aulas em Belas Artes e na Faculdade de Arquitectura.

Porto é a única cidade onde diz ser capaz de viver. Mas tem obra espalhada por vários locais do país

Após quatro décadas a ensinar outros arquitectos, Alexandre Alves Costa dá hoje a sua última aula como docente da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP). Chegou o momento da jubilação. Mas será “mais uma liturgia académica” do que uma despedida, explica, pois estará novamente diante dos seus alunos, logo na manhã seguinte.

A cerimónia marca uma nova etapa num percurso que iniciou em 1972, formando várias gerações. Pelas suas aulas passaram praticamente todos os arquitectos da geração que se seguiu a Souto Moura. É que Alves Costa também deu aulas de História da Arquitectura Portuguesa, cadeira que juntava todos os alunos. Depois da “aula formal”, que terá entrada livre, às 17.30 horas, no auditório da FAUP, promete continuar a ensinar, num curso de doutoramento. É um seminário de projecto de tese. E no próximo ano lectivo? “Se me convidarem e se tiver forças para isso, vou “, responde bem-disposto, a poucos dias de fazer 71 anos. Nunca interrompeu o ensino. Passou pela Escola de Belas-Artes, é professor catedrático da FAUP e continuará, também, a dar aulas na Universidade de Coimbra. Questionado sobre qual o momento mais gratificante, respondeu sem hesitar: “Para quem gosta muito de ser professor, são todos”. Mas confessa que gosta mais de aulas correntes do que das especiais. A de hoje será tudo menos corrente. Até lá estará o ministro do Ensino Superior, Mariano Gago. E a sua obra de eleição? “É a última”. A valorização do Convento de Santa Clara-a-Velha, em Coimbra, recebeu o prémio Diogo de Castilho 2009. Ali, fez um trabalho “apaixonante”.

Autor de uma vasta bibliografia, participou na requalificação da Baixa do Porto, na remodelação do Cine-teatro Constantino Nery, em Matosinhos, ou na recuperação da aldeia de Idanha-a-Velha. Sempre viveu no Porto. “E nem queria viver noutra cidade, não seria capaz”, garantiu ao JN. No Porto, nasceu e casou. Tem três filhas, uma delas arquitecta, e sete netos.

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